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A INCONSISTÊNCIA CIENTÍFICA DA HOMEOPATIA
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de Paulo Bento Bandarra


Tal como tem sido até agora o esplendido malabarismo da assim chamada homeopatia, na qual concepções a priori e sutilezas especulativas levantadas por um número de escolas arrogantes, as quais somente mostram que cada um dos seus fundadores sonhou sobre coisas na qual não pode ser conhecido, e que não tem uso para a cura das doenças”.1Parafraseando Hahnemann

“Fora deste sistema sublime, pairando além de toda experiência, a prática Homeopática não pode obter nada vantajoso para o tratamento real. Assim continua seu curso confiante na cabeceira da cama do doente de acordo com a prescrição tradicional de seus livros contando-lhe como os homeopatas têm até agora tratado, e em conformidade com o método de suas autoridades práticas, indiferente, como eles, sobre o ensino da experiência orientado pela natureza, indiferentes da razão de seu tratamento, e muito contentes com a chave da prática fácil – o livro de prescrição.”2 Parafraseando Hahnemann

A experiência do Dr. Jacques Benveniste em 19883 na qual a degranulação da histamina pelos basófilos por meio da ultradiluída anti-imunoglobulina E, anti-ig-E, foi comemorado pelos homeopatas, carentes de provas há duzentos anos, como a grande demonstração do que afirmavam. Esta experiência, já criticada vária vezes, por não ter sido reproduzida, mas nunca esquecida pelos homeopatas, realmente ajudaria os homeopatas? Vamos fazer uma breve analise a seguir. Mas antes vamos explicar o que é homeopatia.

Primeira Falácia: Alegação da descoberta do mecanismo de ação estava errado.

A alegação histórica dos homeopatas foi o “crucial experimento”4 de Samuel Christian Friedrich Hahnemann (1755-1843) com a análise da China, a infusão do Cortex peruviano5, ao usar em si (1790) e ter encontrado resultados não reproduzíveis nas pessoas sadias até hoje6.

A explicação, na época, para contestar a discordância dos médicos destes achados foi dada pelo seu discípulo Bakody 7, de que Hahnemann na sua permanência na Transilvânia em 1779, como bibliotecário, teria adquirido malária e esta estaria latente, tendo sido ativada pelo uso da Cortex Peruvianus. Mais tarde o farmacologista alemão Louis Lewin (1850-1929) teria defendido que Hahnemann teria tido uma idiossincrasia8 e portanto seria possível tal descrição. Em ambos os casos não teria sido um “prüfung9 sadio e seriam inválidas as suas conclusões da “experientia in homine sano”.

A China era usada para tratar a febre intermitente, que incluía várias doenças, sendo a principal chamada posteriormente de malária. Alegou, na época, que o verdadeiro mecanismo dos medicamentos era por apresentarem sintomas semelhantes na pessoa sadia10, e que, se estes fossem dados no doente orientado pelos sintomas semelhantes, curaria o paciente. Teria experimentado outros medicamentos em pessoas sadias considerando os sintomas para os diagnósticos e usos da época (1796), nunca testando em doentes. Já na época os experimentos demonstraram que a sua alegação dos sintomas que desenvolvera no uso da China eram irreproduzíveis. E em 1820 da China foi isolado o quinino11 criticado por ele de o caro alcalóide12, e, em 1880 foi identificado o plasmódio13 como um dos causadores da febre recorrente. A transmissão pelo mosquito Anopheles é provada em 1898. Mais tarde se demonstrou que o quinino agia no plasmódio, por mecanismo só descoberto no século passado. Nunca nenhum trabalho epidemiológico conseguiu demonstrar que a malária era adquirido apenas pelas pessoas com “distúrbios emocionais e espirituais prévios”. Mesmo assim, duzentos anos depois, ainda insistem que o mecanismo de ação seria pela ação sintomatológica semelhante. Mas na verdade, a China oficinallis, preparada homeopaticamente deixou de ter uso na malária até pelos homeopatas14. É evidente, para qualquer secundarista, que se pegarmos o quinino ultradiluído nas doses alegadas pelos homeopatas, em que já não tem mais moléculas alguma, não vai ter ação destrutiva em qualquer dos tipos de plasmódios. A manipulação homeopática retirou totalmente o seu poder de tratamento na malária. Se isto fosse possível já teriam demonstrado e calado a boca dos críticos.

Até hoje não se provou que aumentar o estímulo mórbido aceleraria a cura. Na verdade, quanto maior o estímulo, tóxico, infeccioso, neoplásico, maior o esforço do organismo para tentar a sua cura, ficando cada vez mais difícil, deste modo, o seu restabelecimento. E se acrescentarmos dois estímulos, vai requer maior esforço curativo e não menor.

Portanto, não é por produzir sintomas na pessoa sadia que a droga vai servir para uma pessoa doente. Isto é apenas pensamento mágico. Além disto, isto nunca funcionou pois dar excrementos, venenos ou pus para pessoas doentes fazia as mesmas piorarem15 16. Desenvolveu então, 29 anos17 após, a diluição infinitesimal e a dinamização18, transformando todas as apresentações em soluções de água/álcool inertes. Só a história da mesma persiste após a manipulação, pois são inacessíveis a qualquer análise científica, espiritual ou paranormal.

Segunda Falácia: Impossibilidade de se descobrir a causa das doenças.

Então surgiu outra explicação do Mestre que "sustentava ser intrinsecamente impossível conhecer a natureza interna dos processos de uma doença e, portanto, infrutífero especular sobre isso ou basear o tratamento em teorias" 19 20, e Deus, na sua infinita bondade, teria criado “uma maneira” de tratar todas as doenças, o que os homeopatas chamam de “lei universal da cura”. Portanto, não importando ao tipo e a origem da mesma. Esta impossibilidade já foi sobejamente demonstrada ser falsa pelo extraordinário avanço médico científico.

Terceira Falácia: Nega o valor das descobertas, afirma que toda a causa é espiritual.

Quando confrontado pela evolução científica da descoberta das doenças, passa a afirmar uma nova teoria para justificar seu método, “No se está enfermo porque se tiene una enfermedad sino que se tiene una enfermedad porque se está enfermo”21

O que é totalmente irracional. Pois se as pessoas Sadias não adquirem doenças, enfermidades, quando equilibrada a sua “energia vital”, como, quando testadas no “proving22 desenvolvendo a doença artificial, adquirem? Acabou-se a proteção da “energia vital” ou esta é uma demonstração cabal de que a doença é externa, real, e não devida a especulações metafísicas inconsistentes? O exemplo disto foi a lesão permanente adquirida por Constantin Hering (1800 - 1880), discípulo de Hahnemann, ao se intoxicar com o veneno da serpente Lachesi Trigonocefalus, sem jamais recuperar o equilíbrio da sua energia vital.23

Para cada doença natural o ser humano reagiria de modo próprio, irreproduzível, pois cada pessoa seria única, singular, e o fenômeno irreproduzível. Para cinco pacientes com amigdalite seria dado cinco especialidades homeopáticas, ou até mesmo na mesma pessoa com a mesma doença, seria ministrado especialidades diferentes, dependendo da ocasião. A doença seria um mero coadjuvante de uma fraqueza momentânea, o miasma. O que seria um miasma é controverso24 até hoje. Vamos ficar com a definição atual do professor Alfonso Masi- Elizalde25 26 27, que seria uma"suscetibilidade às doenças proveniente do conflito espiritual ou metafísico decorrente do pecado original", visto nenhuma definição ter comprovação científica ou se basear em ciência ou medicina. Hahnemann afirmava que a sede da doença seria a “força vital28, e os desequilíbrios dela que seriam a verdadeira origem das mesmas. “Segundo Hahnemann, esta força é "um ser imaterial que comunica vida e saúde ao corpo material; ela é única, permanente, invariável, e tem poder ilimitado sobre o corpo. Desta força emanam todos os poderes vitais do organismo". – Organon, parágrafos 9 e 10” 29. O que James Tyler Kent (1849 - 1916) complementa: “Não podemos divorciar Medicina e Teologia. O homem existe durante todo tempo do seu Espírito interior, para sua Natureza exterior.”30 31

“As análises químicas e/ou físico-químicas ater-se-iam ao aspecto material das preparações, enquanto o “poder medicamentoso” é, conforme os termos empregados por Hahnemann, imaterial, dinâmico, virtual ou espiritual.”32

Aqui eu tenho um grande problema para acreditar. Para a doença natural, cada pessoa reagiria de modo diferente baseado na sua singularidade. Mas se eu der esta mesma doença para testar na pessoa sadia, ele agiria igual em todos! Por exemplo, na varíola doença, cada pessoa seria única. Não teria duas pessoas iguais com varíola. Mas se eu der para um grupo de pessoas sadias elas reagiriam iguais, e mais, dada para o doente pela similaridade de sintomas, ela vai reagir igual! É um grande contra-senso. Assim aconteceria com a bactéria streptococos causadora da amigdalite. Como amigdalite bacteriana cada paciente seria diferente, mas ao usar o Psorinum33, como especialidade homeopática reagiriam iguais! A varíola, como doença viral, seria uma doença não reproduzível, mas dada como teste numa pessoa sadia para testá-la como especialidade homeopática, seria reproduzível como Variolinum34. A sífilis não seria reproduzido como doença natural, mas como Syphilinum 35seria igual em todos as pessoas testadas e agiria de forma reproduzível como especialidade homeopática.

Além disto, como afirmar que curam, se não tinham a história natural daquele paciente singular, para saber se curou sozinho ou pela ação do medicamento!

Quarta Falácia: Valorização do sintoma aleatório, excêntrico e subjetivo.

Na verdade é assim mesmo. Quando ministramos uma determinada substância numa pessoa sadia, por ação farmacológica, tóxica, infecciosa elas vão reproduzir o efeito. Certo? Mas não é assim que acontece em homeopatia. Para cada substância testada, chamada “proving”, existem reações que são determinadas pela ação da droga e reações que são ocasionadas pela subjetividade individual de cada pessoa. “O materialismo que nos foi infundido nas escolas médicas ainda nos faz pensar que como clínicos somente podemos oferecer uma terapêutica que confronte o patológico, enquanto que como homeopatas podemos balizar nossa conduta pela "excentricidade" do enfermo.” 36 Em ciência, aquilo que se repete sempre se consideraria ser peculiar a droga [ou a doença], e o que ocorre raramente, seria descartado, pois seria de ocorrência aleatória e não induzido pela droga [ou pela doença]. Em homeopatia, é justamente estes “sintomas” raros que são valorizados. Assim, por uma pessoa estar afastado do pai ou da mãe, e neste período de teste sentir saudades, seria considerado um sintoma a ser usado, mesmo que ele não se repita mais nas outras pessoas testadas. Pois quem mora com os pais, e usar a mesma droga para ser testada, evidentemente não vai ter saudade dos mesmos, pois vive junto. Não foi a droga que ocasionou isto. Então, para cada nova pessoa testada, em vez de ser selecionado os sintomas comuns, são acrescentados, a cada experiência, todos estes sintomas subjetivos. No exemplo do Psorinum, são já cerca de 350 sintomas, mas para dá-lo como especialidade homeopática, bastaria meia dúzia37. O que nos leva não a semelhança, mas apenas a uma “leve” semelhança. E os sintomas emocionais e subjetivos é que são valorizados, pois refletem a alma38 do indivíduo, os “campos sutis”39 40, e não os sinais clínicos. Por isto que o homeopata conversa tanto. Para buscar estes sintomas subjetivos na arte divinatória, as palavras mágicas, na busca da similaridade para encontrá-los no seu livro de prescrição.

Existem ainda os chamados policrestos41, que por terem sido testadas muitas vezes coleciona milhares de sintomas, que podem ser encaixados em qualquer paciente. Nux vomica foi analisado por 74 “autoridades” e tem 1569 sintomas descritos. Sulphur 42 teve 77 “autoridades” descrevendo-o e 2141 sintomas relacionados. Thuja ocidentallis 43tem 92 “autoridades” e 3376 sintomas relacionados.

“Não existem medicamentos homeopáticos específicos para doenças, uma vez que a homeopatia trata o paciente de forma global. Qualquer afirmação em contrário é desonesta, e os casos devem ser denunciados ao Conselho Regional de Medicina.”44

Quinta Falácia: Negar a reprodutibilidade da doença.

Mas a doença não se repete? Como eles negam toda evolução científica e o conhecimento adquirido das doenças não reconhecem as evidências. Voltemos para o caso da amigdalite. A bactéria streptococos produz amigdalite em várias pessoas de forma reproduzível. E, apesar de cada pessoa vivenciar a sua amigdalite de modo peculiar, ela é a mesma em todos os casos quando produzida pela mesma bactéria. Por isto que se usa um antibiótico que pode ser ministrado de modo reproduzível. Baseado na “história natural da doença” é que o médico sabe que o medicamento está funcionando, pois se passou o tempo de evolução da mesma, sem apresentar resposta, demonstra que a medicação não está agindo como devia e o médico deve intervir. As doenças epidêmicas demonstram esta reprodutibilidade. E a vacina demonstra o bloqueio de forma racional desta evidente reprodutibilidade. O que levou a erradicação da varíola como doença no mundo. A eliminação da paralisia infantil.

“O conceito de doença em homeopatia parecerá completamente diferente daquela usada em medicina alopática. A doença não é para ser definida, nomeada, ou explicada ou suas causas serem procuradas, mas justamente para ser descrita em linguagem normal, isto é, os sintomas. Os sintomas são observados como a “linguagem da natureza”, talvez uma expressão de um agente ou causa da doença invisível.” 45

Sexta Falácia: Invenção de diagnósticos não demonstráveis cientificamente.

Voltando ao diagnóstico, que Hahnemann em princípio declarara impossível de ser conseguido, mas na verdade ele, além do miasma, inventou arbitrariamente a psora, a sycose e a syphilis46 47, da mesma forma com que estabelecera as “leis da cura”. Pelo mesmo atual Dr. Alfonso Masi- Elizalde psora seria "o sofrimento por recordações herdadas do que o homem foi e do que atualmente é (angústia essencial) constitui a psora primária e a sua justificativa no meio, a psora secundária.", a sycose "é a psora terciária que acontece quando o indivíduo arbitra atitudes para si e para o meio. É uma reação de defesa que se caracteriza pelo movimento egotrófico com hipertrofia física e mental." E a syphilis seria "psora terciária, é uma reação de defesa do indivíduo contra o inimigo que ele identifica no meio. É um movimento egolítico e alterlítico." Portanto, todos os doentes se enquadram dentro destas doenças. Até mesmo as doenças agudas estão aí, pois na verdade são exacerbações das doenças crônicas apenas, que enfraqueceriam a força vital, permitindo que bactérias, parasitas ou outros males agir.

Sétima Falácia: Afirmar que usam pelos semelhantes quando usam e abusam dos “anti-”

E para estes males inventados por Hahnemann, se usam os antimiasmáticos, antipsóricos, antisycóticos e antisyphilíticos48. Que agem pelos contrários destes males arbitrários. Pois o semelhante é apenas o sintoma usado para a escolha da especialidade homeopática nos Repertórios49 e nas Matérias Médicas50, ¾ os prescriptions books 51 ¾, e não o mecanismo de ação. Querem fazer passar que a divergência com a medicina é esta, mas na verdade é científica, pois a medicina usa vacina, anestésicos, dessensibilização, hormônios, cirurgias... que não são anti- ou contrários. Os antidepressivos, por exemplo, não agem pelo contrario, mas através de vários mecanismos farmacológicos na fisiopatologia da doença. Como existem inúmeros outros exemplos.

Oitava Falácia: A ação primária seria danosa e a ultradiluição seria a prova de que a mesma não funcionava.

Como agiria a ação curativa? Haveria uma ação primária da mesma52. Vamos exemplificar. Você está caminhando em cima do muro. Bate um vento, que por ação primária, o desequilibra fazendo você quase cair. Seu corpo reage, através da ação muscular reflexa, mudando o centro de gravidade para, por uma ação secundária sua, voltar ao equilíbrio. (Seria produzido pelo sistema nervoso autônomo o pela energia vital, o mestre do equilíbrio.) O que eles afirmam é que se junto com o vento, você empurrar a pessoa, ela vai ser “ajudada” a se equilibrar, ao se acrescentar uma força semelhante. É uma improbabilidade completa. A pessoa vai é se estatelar no chão. Mas eles então afirmam, que se você for diminuindo o estímulo, até desaparecer, você aumento o efeito do reequilíbrio, que seria uma ação sua e não da droga.

"toda droga causa uma certa alteração no estado de saúde humano pela sua ação primária; a esta ação primária do medicamento o organismo opõe sua força de conservação, chamada ação secundária ou reação, no sentido de neutralizar o distúrbio inicial".53

Mas a explicação continua inconsistente! Vamos então exemplificar com uma pessoa com asma, que eles alegam que tratam, mas os trabalhos não conseguem evidenciar este fato 54 55 56 57. Uma criança costuma apresentar crise de asma desencadeada por pêlos de gato e quando tem estresse por exame no colégio. Esta criança, na véspera da prova, apresenta uma crise de bronco-espasmo motivado pela tenção emocional. Adiantaria para ela acrescentar pêlos de gato para tratar pelo semelhante? Ou lhe dar uma “carga” de ácaros? Melhoraria dar aspirina, que também produz bronco-espasmo em asmáticos? Evidente que não. A reação seria de tal magnitude, que ela provavelmente entraria num “estado de mal asmático” devido a sua intensidade. Mas vamos diluir até desaparecer o pêlo de gato, os ácaros e a aspirina. Aí não há estímulo primário algum detectável. Como esperar um efeito secundário do organismo, já que ele é do paciente e não da água, por algo que, o efeito primário, felizmente como vimos, não ocorreu? Além disto, usar 350 ações primárias (ou milhares no caso de um policresto) de uma especialidade quando só precisaria meia dúzia, como no caso do Psorinum mencionado acima, seria inconsistente.

Nona Falácia: Liberação espiritual da matéria pela sucução.

Para evitar a piora do paciente Hahnemann foi diminuindo a concentração das soluções numa escala centesimal até atingir a eliminação de toda a matéria. Para justificar a permanência da ação criou, 29 anos após, o conceito de “dinamização” para alegar que ao diluir numa solução de água e álcool até além da possibilidade de permanência molecular, aumentaria inversamente proporcional apenas e unicamente a capacidade curativa. Quanto mais diluído e sacudido/dinamizado (submetido a sucussões) mais “potente” ficaria a preparação homeopática. Ao mesmo tempo tornava o preparado inacessível a qualquer tipo de analise tendo que se acreditar apenas na sua afirmação. Haveria a liberação “espiritual” do poder da medicação, presente em todo ser vivo, vegetal, animal ou mineral.

O interessante, além de outras óbvias incongruências, é que Alcohol58 é também um medicamento homeopático. Possui mais de 492 sintomas descritos e também é dinamizado junto com a solução mãe que vai sendo eliminado através da diluição infinitesimal, sem no entanto se transformar em medicamento nesta hora, e nem é considerado “mistura” ao ser o preparado usado pelo princípio do “unitas remedii” pelos homeopatas unicistas.

Décima Falácia: Não haveria ação diferente do que a esperada

Vamos voltar agora a experiência do Dr. Benveniste. A ação alegada por ele, seria de que uma solução ultradiluída de anti-lgE, que não é um medicamento homeopático, provocaria a liberação de histamina das células basófilas, chamada degranulação, que seria como a reação dela na alergia! Mas isto não tem nada a haver com o semelhante de Hahnemann. A alergia não acontece na pessoa sadia. A ação da substância alérgica só acontece no doente e não na sadia. Não é pelo sintoma similar, a “lei universal da cura59, que o basófilo degranularia, mas pela mesma ação, igual reação, que aconteceria com a solução molecular não diluída e que  teria guardado a alegada “memória”. Seria a mesma ação primária da anti-IgE. Não tem nada a haver com a “energia de ordem vibracional”, “dinâmica”, agindo na “força vital”. As células do experimento estavam fora do organismo e não integrada no “holismo” do paciente. Não haveria ação curativa alguma, mas apenas a mesma reação fisiológica, farmacológica ou tóxica que já era esperada.

O que alegam ser a “memória da água” na verdade é a prova do incrível esquecimento da mesma, pois a mesma não lembra que a tintura mãe era veneno, pus, aranhas esmigalhadas, etc. para só ter uma alegada ação “benéfica”! Nenhum método analítico consegue identificar a sua história (tintura mãe e dinamização)!

O que é lógico pois sua ação está baseada só nas “HIPÓTESIS FINAL SOBRE EL ORIGEN METAFÍSICO DE LA PSORA EN EL MEDICAMENTO ESTUDIADO.”60

Isto não transforma substâncias escatológicas tais como fezes de pássaros61 Guano Australis, esmegma de castor Castoreum, pus de lesões de escabiose Psorinum, catarro verde Tuberculinum Viridis, secreção de gonorréia Medorrhinum, baba de cachorro loco Lyssinum ou Hidrofobium, lodo de pântano Ledum Palustris, metais em dose tóxica Aluminium, Stannum, Ferrum Metallicum, venenos como Belladona, Cicuta virosa, Arsenicum Álbum em substâncias curativas, ainda mais para diagnósticos místicos inacreditáveis.

Décima Primeira Falácia: Tentativa de aproximar com a ciência por meios tortuosos.

A vacina62 63 64 65 66 67 não se baseia no princípio do semelhante, mas na etiologia da mesma, Tolle Causum68, por Materia Peccans, origem material, negada por Hahnemann. Só se usa para imunizar preventivamente e não curativamente naquelas doenças que tenham o germe por origem, e não por semelhança “homeopática”. Não existe nenhuma analogia com o princípio do semelhante de Hahnemann, pois ele causa a doença e não sintomas subjetivos. Usa-se na inoculação de antígeno para a produção de anticorpos pelo organismo e não por meio da similitude do espírito da causa imaterial, agindo na “força vital”. O uso de doses infinitesimais e dinamizadas não fazem a virada imunológica. (criação de anticorpos específicos) Outro meio fácil de provar o efeito se o mesmo existisse: o uso de “substâncias não moleculares e dinamizadas ricas em certas energias vibracionais” 69 produzindo a imunidade específica (pela dosagem dos anticorpos específicos) ou proteção reproduzível. Trata-se na verdade de mais uma comprovação do erro conceitual da homeopatia. Todos os pacientes imunizados reagem de forma idêntica ao serem imunizados e não aleatoriamente, como pessoas únicas. Não se busca uma vacina para cada paciente, mas a mesma para milhões de pessoas. Ela não promove por este meio o equilíbrio de “energia vital” algum.

Décima Segunda Falácia: Segunda tentativa de comparar com o mundo real.

Outra falácia propostas pelos homeopatas é que a dessensibilização das alergias usaria o princípio do semelhante e das mínimas doses. Em primeiro lugar, não é pelos sintomas apresentado na pessoa sadia ao tomar o alérgeno que se uso a substância. Só se usa o alérgeno que a pessoa tenha a sensibilidade, a doença alérgica. Por sinal ele não é a causa da doença, mas apenas o desencadeador. Trata-se na verdade de uma negação do primeiro princípio da homeopatia, pois todos os pacientes reagem a alergia de maneira igual, e não como indivíduos únicos e singulares. Não adianta usar proteína de camarão para fazer a dessensibilização da penicilina, apesar das duas produzirem o mesmo quadro anafilático (no doente susceptível apenas). Ou usar um alérgeno de uma pessoa, que na segunda não apresente sensibilidade a mesma. Na verdade, usando em uma pessoa sadia, sem a doença alérgica, esta não apresenta reação alguma, não produziria sintomas. Usam-se as pequenas doses (moleculares) para despertar a mínima reação possível, obtida pelo princípio esperado da diluição diminuir o estímulo, aumentando a seguir gradativamente a concentração e, não por que as mínimas doses (não moleculares) “potencializam” o espírito curativo do preparado. Nem por que diminuindo a dose aumenta o poder de dessensibilização. Não se usa a dinamização/potencialização ao diluir a substância causadora da alergia no processo de preparo da solução dessensibilizante. Também não se escolhe o alérgeno para a pessoa pelos sintomas subjetivos, mas pelos testes alérgicos que o paciente é submetido.

Décima Terceira Falácia: Terceira tentativa, o uso e abuso de meias explicações.

Mas vão alegar que “são confirmadas, atualmente, pela farmacologia moderna, através do efeito rebote (rebound effect70)71 “ou reação paradoxal 72 que explicaria tudo. Parece até o chapéu da fábula de Ghellert. Primeiro era a força espiritual da especialidade homeopática, depois agiria como uma vacina, após seria como efeitos alérgicos, agora o efeito rebote.

O efeito rebote acontece com alguns medicamentos apenas, e não tem ação curativa alguma. É uma resposta exagerada do mecanismo de homeostase73, que leva o ponto de equilíbrio para o lado oposto. Por exemplo, quando alguns anti-hipertensivos tem o seu uso suspenso, provoca no organismo uma reação ao contrário, exagerada, da que estava sendo obtida, produzindo hipertensão pela retirada brusca e o efeito não acontece quando da diminuição gradual da medicação. Outro exemplo, o efeito rebote em alguns pacientes tratados por angina do peito por nitratos, podem, em alguns raros casos, provocar o efeito contrário, resultando em angina pela sua retirada. Mas acontece também o contrário. Os corticosteróides, ao serem administrados, inibem a glândula supra-renal a produzi-lo e se tiverem a sua administração suspensa abruptamente, não vão suprir as necessidades do organismo resultando numa hipofunção.

Primeiro a explicação falha por que o efeito rebote não é uma “lei universal da cura”, mas um efeito indesejável de alguns medicamentos que nem sempre ocorre. Tanto que se ele ocorresse significativamente na angina não seria utilizado o nitrato, pois seria inútil piorar o paciente. Não é demonstrável em soluções não moleculares, devemos apenas acreditar no que afirmam. Segundo, certamente não é um efeito da energia vital mas um fenômeno bioquímico mensurável e demonstrado clinicamente. Não agem quando diminuindo a dose, pois ele vai desaparecendo. Terceiro, se ele acontecesse, com as especialidades homeopáticas, como tentado demonstrar pelo Dr. Benveniste no experimento, deveria ser medido no paciente também. Coisa que não ocorre. Quarto, não seria benéfico se dar uma medicação que produzisse 350 efeitos rebotes quando só queremos meia dúzia. Quinto, não seria racional utilizar um medicamento que não sabemos se vai ocorrer o efeito rebote apenas confiando na “bondade de deus”. Sexto, seria imprudente utilizar especialidades apenas por efeitos alegados e não demonstrados. Seria uma irresponsabilidade usar drogas sem critérios, só esperando o efeito mágico positivo, quando nunca medimos se o mesmo ocorre e em que sentido. Sétimo, a vacina não age por efeito rebote, sendo conceitos excludentes como explicação.

Décima Quarta Falácia: Trocar pelas explicações em vez de demonstrações de resultados.

Mas para que uma busca tão desesperada no escuro? Não seria simples demonstrar que os pacientes com malária 74, portadores do plasmódio, independente da sua singularidade e de serem “irreproduzíveis sintomaticamente” teriam removido do organismo o plasmódio pela ação curativa alegada? Está é a finalidade de qualquer terapia, não a elucubração, o esgravatar no pernicioso tecido das conjecturas, mas a cura daquilo que incomoda e afeta o paciente. Esta desculpa de que não existem dois pacientes iguais esconde apenas o fracasso terapêutico da homeopatia, pois podem ser conseguidos 10, 20 ou 50 pacientes com malária, doença que alegam que Hahnemann curou, que independente dos seus sintomas “espirituais” e peculiaridades individuais devem ser livrados do plasmodium. Como podem garantir de curar o paciente se nem uma simples malária, há duzentos anos, comprovam que curam75? O experimento do Dr. Benveniste não vai ser suficiente para provar aquilo que os médicos homeopatas não conseguem!

Décima Quinta Falácia: Usar afirmações de evidências baseadas na garantia pessoal.

Podemos perguntar “Se o efeito da homeopatia é psicológico, como se explica a eficácia do tratamento do veterinário homeopata com cachorros, cavalos e outros animais?” 76 Mas quem disse que funciona em veterinária? Os veterinários, que encontraram animais mais semelhantes aos humanos que do que estes entre si, afirmam que se funciona nos humanos, funciona nos animais. Mesmo considerando a garantia “científica” de Chico Xavier de que “São eles os nossos parentes próximos, apesar da teimosia de quantos persistem em o não reconhecer.” 77 No entanto os próprios veterinários homeopatas afirmam que “Embora a homeopatia tenha um uso prático bastante amplo, ela ainda carece de base científica para a sua eficácia clínica na medicina veterinária. Essa base vem sendo exigida há muito tempo, tanto pelos críticos como pelos adeptos da homeopatia [Löscher 1992; Schütte 1994].”78 Além disto, se funcionasse em veterinária, seria apenas mistificação tanta conversa desnecessária com o paciente, já que é totalmente dispensável. Pois até tem gente achando plantas mais semelhantes com pessoas doentes do que dois humanos entre si.79 Qual o “pecado original” que poderia ser atribuído aos animais para tratarmos os seus distúrbios da alma?

Décima Sexta Falácia: Energias que na hora “H” não funcionam.

A alegação de “equilibrar” a “força vital” se torna duvidosa quando na presença de desequilíbrios reais que ameaçam a vida80, em que até uma pessoa leiga enxerga o risco eminente de morte, como na UTI, num baleado, num politraumatizado, no infarto do miocárdio, na emergência médica ou cirúrgica, só os medicamentos farmacológicos e racionais tem uso e ação, recuperando o paciente, restabelecendo a saúde sem a mínima indicação de tratamento “espiritual”. Todo o “holismo” desaparece e só o uso coordenado das especialidades médicas reais restabelecem o paciente na sua totalidade. O que demonstra que a recuperação da fisiopatologia pela ação farmacológica é que de fato “equilibra” o paciente, não a mistificação especulativa.

Desta barafunda inconsistente e anticientífica, criaram-se vários ramos da seita com os homeopatas unicistas, pluralistas, alternista, complexista81, Pseudohomeopatas8283, Esses "omeopatas" formam grupos que se constituem em verdadeiras oligarquias burras (desonestas?),84 sempre associados por vocação no Brasil e no resto do mundo com as terapias alternativas e complementarias, igualmente carentes de resultados demonstráveis pelo uso da metodologia científica, perdidas entre a pseudociência, o misticismo e a anticiência.

“Um grupo de doutores tem encontrado um método eclético que é uma curiosa mistura de remédios homeopáticos e alopáticos. Suas prescrições são uma mistura de drogas químicas e homeopáticas que não são para ser usados para propósitos alopáticos. Por exemplo, este grupo acredita que num paciente sofrendo distúrbios digestivos poderiam dar Nux vomica concomitante com as drogas químicas tradicionais!! Mais uma vez tem sido enfatizado que o propósito da homeopatia é realizado através do seu método e não através de suas drogas” 85 Seria ingenuidade achar que os médicos que usavam a sangria, os vomitórios e o calomelano estavam imbuídos de espírito de torturador e não movidos pelo mais legítimo desejo de ajudar os seus pacientes, assim como, a pureza de intenção, não garante o seu real efeito e nem a sua utilidade a priori.

Notas

01 - ORGANON OF MEDICINE PREFACE TO THE SECOND EDITION, SAMUEL HAHNEMANN, LEIPZIG, end of the year 1818. http://www.homeoint.org/books/hahorgan/orgapref.htm Voltar

02 - “Out of these sublime systems, soaring far beyond all experience, medical practice could obtain nothing available for actual treatment. So it pursued its course confidently at the patient's bedside in accord with the traditional prescriptions of its books telling how physicians had hitherto treated, and in conformity with the methods of its practical authorities, unconcerned, like them, about the teachings of nature-guided experience, unconcerned about true reasons for its treatment, and quite content with the key to easy practice - the prescription book.” PREFACE TO THE SECOND EDITION SAMUEL HAHNEMANN, LEIPZIG, end of the year 1818 Voltar

03 - Human basophil degranulation triggered by very dilute antiserum against IgE
“When human polymorphonuclear basophils, a type of white blood cell with antibodies of the immunoglobulin E (IgE) type on its surface, are exposed to anti-IgE antibodies, they release histamine from their intracellular granules and change their staining properties”
Reprinted from Nature, Vol. 333, No. 6176, pp. 816-818, 30th June, 1988 C Macmillan Magazines Ltd., 1989
E. Davenas, F. Beauvais, J. Arnara*, M. Oberbaum*, B. Robinzon, A. Miadonna, A. Tedeschi, B. Pomeranz§, P. Fortner§, P. Belon, J. Sainte-Laudy, B. Poitevin & J. Benveniste
http://www.digibio.com/cgi-bin/node.pl?lg=us&nd=n4_1 Voltar

04 - CINCHONA, THE CRUCIAL EXPERIMENT
Haehl, Richard, M.D., Samuel Hahnemann: His Life and Work, pp. 36 et seq
Translated by Marie Wheeler and W.H.R. Grundy.
http://www.homeopathyfaq.com/content/haehl/cinchona.htm Voltar

05 - Cinchona bark. Voltar

06 - His opponents now pointed out that Peruvian bark was not capable of producing intermittent fever symptoms, and that therefore Hahnemann's experiment seemed to be entirely without proof. For instance, Dr. Schwartz, Privy Councillor of Medicine of the Board of Health, wrote:'That Peruvian bark, even in the preparation advocated by Hahnemann, did not cause fever in either healthy people or animals.'
CINCHONA, THE CRUCIAL EXPERIMENT
http://www.homeopathyfaq.com/content/haehl/cinchona.htm Voltar

07 - Tivadar Bakody, [1825-1911] Professor Húngaro de medicina natural e Homeopatia, que após a sua morte, extinguiu-se a referida prática naquele país. Voltar

8 Hahnemann's Allergy to Quinine - Dr William.E.Thomas MD http://www.angelfire.com/va/quinine/allergy.html#5 Voltar

09 - Prüfung: termo alemão usado para descrever o testemunho, relato, da pessoa sadia ao tomar as substâncias. Nos textos em português costumam usar a expressão anglo-americana  “proving”. Alusão à “prova”? Voltar

10 - "Peruvian bark, which is used as a remedy for intermittent fever, acts because it can produce symptoms similar to those of intermittent fever in healthy people."
CINCHONA, THE CRUCIAL EXPERIMENT
http://www.homeopathyfaq.com/content/haehl/cinchona.htm Voltar

11 - Quinina: Isolada da casca das quinas pelos químicos franceses Pierre-Joseph Pelletier e Joseph Caventou em 1820, a quinina se apresenta como um pó branco, cristalino, inodoro, de sabor amargo, muito pouco solúvel em água mas solúvel em álcool e éter. Voltar

12 - Costly alkaloid.
ORGANON OF MEDICINE
http://www.homeoint.org/books/hahorgan/orgapref.htm Voltar

13 - Plasmodium malariae (Laveram, 1881); Plasmodium vivax (Grassi e Feletti, 1890); e Plasmodium falciparum (Welch, 1897). Voltar

14 - “Não há remédio para doença específica na homeopatia, mas sim, remédio para a pessoa, pois cada um de nós possui características peculiares de reação.”
MEDICINA HOMEOPÁTICA, Dr. Glaiton Edson B. Soares, CREMERS 13098
http://www.brasilbeleza.com.br/bb/terapias_alternativas/medicina_homeopatica.htm Voltar

15 - “...Pero observó que aunque él paciente mejoraba de sus síntomas, dichas sustancias solían provocar un empeoramiento de los síntomas. ...”
Havia, portanto, um “melhoramento” para pior!
http://personal2.redestb.es/curare Voltar

16 - “In fact, he found that large doses aggravated the sickness when exhibited in accord with the Law of Similars”
A Course in Homeopathic Prescribing Harvey Farrington, M.D.
Lesson One: Homeopathy, Its Beginning
http://wwwabouthomeopathy.com/homeopathy/course1.htm Voltar

17 - En 1825, (année 29 depuis le début de ses expérimentations), Hahnemann a commencé à regarder ces préparations en tant que des "dynamisations" ou "potentialisations" plutôt qu'en tant que seules dilutions ou atténuations de dose. Dans son article Informations pour le chercheur de vérité (1825, dans Allg. Der Deutschen) il énonce que "pendant des centaines d'années rien n'a été connu de la puissance de beaucoup de substances médicinales brutes. HAHNEMANN – http://perso.wanadoofr/medinat/Hahnemn.htm
-Hasta entonces (1825) Hahnemann empleaba los medicamentos y en fuertes dosis de tintura y bajas atenuaciones. Reconociendo que esta posología provocaba agravaciones nocivas al enfermo, retardando y perjudicando la curación, el gran maestro inició la atenuación sucesiva de los medicamentos, deteniéndose en la trigésima dinamización, aconsejando a sus discípulos no transponerla.
CENTRO DE HOMEOPATIA FLORES -
Las pequeñas dosis - http://www.cmhidalgo.com/users/aflores/his1.html
-“It was not until 1825 (year 29*), with the recognition of the principle of dynamization, that Hahnemann broke from materialistic perspectives re dose, and began to see dose as an issue that transcended the physical properties of the particular medicinal substance in question.” The Development of Approaches to the Repetition of Dose in Hahnemann's Homoeopathy © 1998, Will Taylor, MD -
http://www.simillibus.com/repetition_of_dose.html Voltar

18 - “the dynamic spiritual power”, “the nature of the spiritual-corporeal organism as such a highly potentialized entity”. Organon.
The Greeks called the life force, Dynamis the Sovereign, because it rules all living activities. The Lebenskraft, Vigor Vitae, The Vital Force
http://www.simillimum.com/Thelittlelibrary/Homoeopathicphilosophy/Lebenskraft.htm
“The dynamic force of minerals magnets, electricity and galvanism act no less powerfully upon our life principle and they are not less homoeopathic than the properly so-called medicines which neutralize disease by taking them through the mouth, or by rubbing them on the skin or by olfaction.” Organon § 286 Sixth Edition Voltar

19 - A história da Homeopatia tem início com Christian Friedrish Samuel Hahneman (1755-1843)
http://www.odontologia.com.br/artigos/homeopatia.html Voltar

20 - "Es imposible conocer todos los antecedentes causales de las enfermedades. Tolle causem [encotre a causa] es más fácil decirlo que hacerlo. ¿Cómo, entonces, curaremos o paliaremos estos efectos con sustancias medicinales? Aquí, Hahnemann, por primera vez en la historia dijo: Quitad los efectos y se quitará la enfermedad, que es la causa de los efectos. Cessat effectus ecamt causa.”
INTRODUCCION - (A la traducción del Dr. Boericke, de la edición de la sexta edición del Organón de Hahnemann)
http://www.medspain.com/ant/n13_jun00/Organon.htm Voltar

21 - ALOPATÍA Y HOMEOPATÍA COINCIDENCIAS Y DIFERENCIAS
Por el Dr. Mario Draiman Presidente de la Asociación Homeopática Argentina
http://www.holistica2000.com.ar/Basehomeo.html Voltar

22 - PROVING– administração de qualquer substância num experimento na pessoa sadia para descobrir que sintomas a doença artificial produz. Este conjunto de relatos se chama patogenesia. Voltar

23 - “he also unwittingly paralyzed his right side from further self-testing or "prufung" of higher and higher attenuations of Lachesis”
Constantine HERING
(1800-1880, US)
http://www.homeoint.org/biograph/heringen.htm
http://www.minimum.com/p7/engine/auth.asp?n=200 Voltar

24 - “The concept of miasms is usually confusing for those new to homoeopathy and those studying homoeopathic literature. There are so many different interpretations of this concept and there is no consistency of meaning in the term "miasm" among homoeopaths. For some homoeopaths talking about miasms is only a theoretical discussion. On the other hand, those who believe in the practical values of miasms in treating the patients are not always in agreement with each other.”
An Introduction to Hahnemannian Approach To Miasms
Dr Ardavan Shahrdar
http://www.minutus.org/miasms.htm Voltar

25 - Miasmas - definições segundo vários autores
http://www.homeopatiaveterinaria.com.br/Miasmas%20-%20defini%C3%A7%C3%B5es%20.htm Voltar

26 - “Alguns homeopatas como James Tyler Kent, no final do século XIX, nos Estados Unidos, influenciado por filósofos como Swenderborg, diziam que a doença procede do pecado, de um comportamento inadequado, de uma doença da alma. Na atualidade, temos ainda um representante desta linha com o Dr Mazi Elizaldi da Argentina.”
Modelos de atenção de saúde
Dr Adailton Salvatore Meira
http://www.baraoemrevista.org/ciencia/default.asp?ncont=304 Voltar

27 - Miasmatic Dynamic Materia Medica
As compiled by Per Neesgaard
http://www.radar-uk.co.uk/Encylopedia/MiasmaticPerNeesgarrd.html Voltar

28 - § 16. It is only by the spiritual influences of morbific noxae that our spirit-like vital force can become ill; and in like manner, only by the spirit-like (dynamic) operation of medicines that it can be again restored to health. ORGANON OF MEDICINE
http://www.homeoint.org/books/hahorgan/orgapref.htm Voltar

29 - Homeopatia http://www.ac.org.br/homeopatia.htm (Capítulo do livro "Medicina Alternativa – A Pílula Dourada", da CASA) Voltar

30 - "You cannot divorce medicine and theology. Man exists all the way down from his innermost spiritual, to his outermost natural." [Kent, 1926, Lesser Writings] British Homeopathy during two Centuries, by Peter Morrell.
http://www.homeoint.org/morrell/british/kentianism.htm Voltar

31 - 'Psora is the evolution of the state of man's will, the ultimates of sin.' ['Aphorisms, p.654]
THREE VIEWS OF KENT
by Peter Morrell
http://wwwhomeoint.org/morrell/articles/pm_kent3.htm Voltar

32 - CONTROLE DE QUALIDADE NA FARMÁCIA HOMEOPÁTICA
Marco Antonio P Campos: Médico Homeopata;
Sérgio Duarte Guilherme: Médico Homeopata;
Marco Antonio B Turci: Farmacêutico;
Mariana de Carvalho: Técnica de Farmácia Homeopática;
Walderez Gambale: Biólogo – Prof. Assistente-Doutor pelo Instituto de Ciências Biológicas da USP;
G W Galvão Nogueira: Médico Homeopata – Diretor Clínico do Hospital Homeopático de São Paulo.
http://www.homeopatiasite.com.br/trab.%20farm%C3%A1cia.htm Voltar

33 - Psorinum Psoricum. The nosode of Psora. The sero-purulent matter of a scabies [sarna humana] vesicle was used by Hahnemann. The product of "Psora sicca" (epidermoid efflorescence of Pityriasis) by Gross. The salt from a product of Psora by Hering.] Triturations.
PSORINUM, by Peter Morrell
http://wwwhomeoint.org/morrell/articles/pm_psori.htm Voltar

34 - A DICTIONARY OF PRACTICAL MATERIA MEDICA
By John Henry CLARKE, M.D.
Variolinum. Nosode of Small-pox. Trituration of matter from small-pox vesicle.
Voltar

35 - A DICTIONARY OF PRACTICAL
MATERIA MEDICA

By John Henry CLARKE, M.D.
Presented by Médi-T ®
Syphilinum.
Luesinum. Lueticum. Syphilitic virus. A nosode. Attenuations.
http://homeoint.org/clarke/s/syph.htm Voltar

36 - ESCOLA KENTIANA DO RIO DE JANEIRO
ENFERMO, ENFERMIDADE E SINTOMAS O Apanhador no Campo de Sintomas, Vitor Menescal
http://www.ihjtkent.org.br/artigomed1.html Voltar

37 - 1.Resignação, 2. Indiferença a deveres, aparência pessoal, 3. Docilidade, 4. Minusvalia, 5. Temor ao fracasso, 6.Temor as provas, 7.Tendência a abcessos ( presente em todos os quadros ), 8. Agrava a noite, e de madrugada -
Caso clínico II - Dra. Graciela Alicia Martínez
J.P, 20 anos, estudante - Amigdalite Bacteriana de repetição - Abcesso Retroamigdaliano.
http://www.gemhca.org.br/ATIVIDADES.htm Voltar

38 - “Demonstra que a "alma" (então estudada pelos sintomas do entendimento, vontade e sentimentos) pode ser acessada por drogas.”
Departamento de Homeopatia
http://www.smcc.com.br/departamentos/homeopat.html Voltar

39 - Holismo, Homeopatia, Alquimia
Uma Sincroniciade para a Cura
Entrevista: Dada pela Dra. Míria de Amorim à Caravansarai
http://www.caravansarai.com.br/LivHomeopatiaEntrevista.htm Voltar

40 - De Hahnemann a Bach
Sobre a Homeopatia
por Dra. Amélia V. M. Verdum, médica homeopata com especialização em florais
http://www.abreflor.com.br/pesqhahnemann.htm Voltar

41 - [Do gr. polýchrestos.] Adj. Que tem numerosas aplicações. AURELIO Voltar

42 - THE ENCYCLOPEDIA OF PURE MATERIA MEDICA
By TIMOTHY F. ALLEN, A.M., M.D.
SULPHUR.
http://homeoint.org/allen/s/sulph-01.htm Voltar

43 - THE ENCYCLOPEDIA OF PURE MATERIA MEDICA
By TIMOTHY F. ALLEN, A.M., M.D.
THUJA.
http://homeoint.org/allen/t/thuj-01.htm Voltar

44 - Folha de São Paulo - Mitos e verdades 08/02/2001
Autor:
Editoria: EQUILÍBRIO Página: 13
Edição: Nacional Feb 8, 2001
Observações: SUB-RETRANCA
Assuntos Principais: SAÚDE; MEDICINA; HOMEOPATIA; TRATAMENTO; MEDICAMENTO
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45 - “The concept of disease in homeopathy would seem to be quite different from that used in allopathic medicine. The illness is not to be defined, named, or explained or its cause to be sought, but it is just to be described in ordinary language i.e. the symptoms. The symptoms are regarded as the ‘language of nature', perhaps an expression of an invisible disease cause or agent.”
5.THE CONCEPT OF DISEASE IN HOMEOPATHY
Cyrus Maxwell BOGER, MD (1861-1935), The Language of Disease, in his Studies in the Philosophy of Healing]
http://www.homeoint.org/morrell/british/concept.htm Voltar

46 - “Basicamente ele observou que elas todas (doenças crônicas) tanto de orígem venéras ou derivadas de supressão das erupções da pele [em si ou nos ancestrais], especialmente Prurido ou Escabiose, Peste ou Lepra. Hahnemann afirmava que 85% de tais doenças crônicas derivavam deta última origem.” Basically he regarded them all as either venereal in origin or derived from suppressed skin eruptions [in self or ancestors], especially Itch or Scabies, Plague and Leprosy. Hahnemann claimed that 85% of such chronic diseases derived from the latter source
THE THEORY OF MIASMS & CHRONIC DISEASE
http://www.homeoint.org/morrell/british/miasms.htm Voltar

47 - “The basic cause of syphilitic manifestations he called the miasm "syphilis"; that of gonorrheal sequelae, "sycosis"; that of chronic diseases (except those due to drugs or poisons) of non-venereal origin, "psora". {Vide: Hahnemann's Chronic Diseases, Vol. 1, p. 19.}”
A Course in Homeopathic Prescribing
Lesson Three: Homeopathic Concepts of Disease
Harvey Farrington, M.D.
http://wwwabouthomeopathy.com/homeopathy/course1.htm Voltar

48 - “A alternância é aceita e foi praticada por Hahnemann, nos casos crônicos, pela alternância do tratamento por anti-psóricos e anti-sifilíticos ou anti-sicóticos, e nos agudos, nos miasmas agudos, mas sempre com reavaliações pela evolução do caso após cada medicamento, e não automaticamente”.
DOENÇAS AGUDAS – Conceito, Classificação e Terapêutica.
George W. Galvão Nogueira
http://www.homeopatiasite.com.br/trab.%20doen%C3%A7as%20agudas.htm Voltar

49 - REPERTÓRIO - enquanto na matéria médica se tem os medicamentos seguidos pelo sintoma, aqui se tem o sintoma seguido pelo(s) medicamento(s). Ele tem uma linguagem própria, atemporal, como Hahnemann queria que fossem a linguagem dos sintomas em Homeopatia. Requer o entendimento da exata ou bem próxima significancia do que aquele sintoma quer dizer. Voltar

50 - MATÉRIA MÉDICA - Conjunto de sintomas e sinais relatados pelos experimentadores durante a experimentação, em sua própria linguagem = matéria médica pura.
estes mais sintomas colhidos em doentes, além dos sãos = matéria médica semipura.
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51 - Out of these sublime systems, soaring far beyond all experience, medical practice could obtain nothing available for actual treatment. So it pursued its course confidently at the patient's bedside in accord with the traditional prescriptions of its books telling how physicians had hitherto treated, and in conformity with the methods of its practical authorities, unconcerned, like them, about the teachings of nature-guided experience, unconcerned about true reasons for its treatment, and quite content with the key to easy practice - the prescription book.
PREFACE TO THE SECOND EDITION
SAMUEL HAHNEMANN
LEIPZIG, end of the year 1818
Voltar

52 - Primary & Secondary Action Dr Alireza Korurian, 2000
http://www.minutus.com/Primary.htm Voltar

53 - RACIONALIDADE CIENTÍFICA DO MODELO HOMEOPÁTICO
Marcus Zulian Teixeira
http://www.cfm.org.br/jornal/0299/saberPensar.htm Voltar

54 - 1: Cochrane Database Syst Rev 2000;(2):CD000353
Homeopathy for chronic asthma.
Linde K, Jobst KA.
http://www.ncbinlm.nih.gov/entrez/query.fcgi?cmd=Retrieve&db=PubMed&list_uids=10796532&dopt=Abstract Voltar

55 - “However, we found insufficient evidence from these studies that homeopathy is clearly efficacious for any single clinical condition.”
Are the clinical effects of homeopathy placebo effects? A meta-analysis of placebo-controlled trials.
Linde K, Clausius N, Ramirez G, Melchart D, Eitel F, Hedges LV, Jonas WB.
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/htbin-post/Entrez/query?uid=9310601&form=6&db=m&Dopt=b Voltar

56 - “Reviewers' conclusions: There is not enough evidence to reliably assess the possible role of homeopathy in asthma. As well as randomised trials, there is a need for observational data to document the different methods of homeopathic prescribing and how patients respond”
Homeopathy for chronic asthma (Cochrane Review)
Linde K, Jobst K A
Voltar

57 - “Conclusion: Homoeopathic immunotherapy is not effective in the treatment of patients with asthma. The different patterns of change between homoeopathic immunotherapy and placebo over the course of the study are unexplained.”
BMJ
2002;324:520 (March)
Primary care
Use of ultramolecular potencies of allergen to treat asthmatic people allergic to house dust mite: double blind randomised controlled clinical trial
G T Lewith, senior research fellow and honorary consultant physician, a A D Watkins, honorary lecturer, a M E Hyland, professor of health psychology, b S Shaw, senior lecturer in statistics, c J A Broomfield, research nurse, a G Dolan, research assistant, a S T Holgate, clinical professor of immunopharmacology and honorary consultant physician. a
http://bmj.com/cgi/content/abstract/324/7336/520 Voltar

58 - THE ENCYCLOPEDIA OF PURE MATERIA MEDICA
By TIMOTHY F. ALLEN, A.M., M.D.
Presented by Médi-T
ALCOHOL.

http://homeoint.org/allen/a/alco.htm Voltar

59 - “Presumably, too, the homeopathic pharmacopoeia, derived from plants, animals and minerals, could be seen as evidence of divine beneficence: in creating the natural world, God had compensated for disease by furnishing an environment with resources which, if used correctly, could cure the ills from which people suffered.”
The history of homeopathy in the Russian Empire until World War I, as compared with other European countries and the USA: similarities and discrepancies
by Alexander Kotok, M.D. On-line version of the Ph.D. thesis improved and enlarged due to a special grant of the Pierre Schmidt foundation
http://www.homeoint.org/books4/kotok/4430.htm
“Hahnemann teria dado aos milhões de substâncias animais e vegetais a língua através da qual elas podem nos comunicar suas propriedades íntimas e suas especialidades metafísicas e morais.”
BENOIT MURE E OS FILÓSOFOS DO SÉCULO XIX
Matéria do Dr Adailton Salvatore Meira e Ivone Gallo Voltar

60 - EL ESTUDIO DE LA PATOGENESIAS y Su aplicación en Medicina Veterinaria

Dr. Juan Agustín Gómez
http://www.weim.net/homeovet/Docs/PATOGENESIAS.doc Voltar

61 - "guano" (fertilizante feito de fezes de pássaros em algumas ilhas do Pacífico e na costa sul da África); Voltar

62 - Homeopatia pode ser eficaz contra asma 09/12/94
Autor:
Editoria: MUNDO Página: 2-10
Edição: São Paulo DEC 9, 1994
Seção: CIÊNCIA
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63 - Na interface entre a saúde e a doença A Imunologia encontra identidade na prática homeopática
Campinas, junho de 2001 - ANO XV - N. 163
Paulo M. F. Araújo é professor livre docente do Departamento de Microbiologia e Imunologia do Instituto de Biologia (IB) da Unicamp
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64 - “Senão vejamos; todas as vacinas utilizam o princípio de que o "semelhante cura-se pelo semelhante". As vacinas são feitas a partir de microorganismos ou parte deles, vivos ou mortos e atenuados(com menor poder de doença) e que ao penetrar no doente lhe causa uma "doença" muito fraca mas cuja resposta do paciente lhe causará a cura e a imunidade definitiva por toda vida.”
HOMEOPATIA: APRESENTAÇÃO Homeopatia - 204 Anos de Cura Por Ajax Machado
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65 - HOMEOPATHY
http://www.epiweb.org/treatment.html Voltar

66 - Homeopatia
Fortaleza, Ceará - Quarta-feira 25 de julho de 2001
http://diariodonordeste.globo.com/2001/07/25/050018.htm Voltar

67 - “The inoculation of people with vaccines to stimulate the immune system is similar to homeopathy, but not at as deep a level. So the use of similars to heal is not foreign to conventional medicine.”
The International Academy of Classical Homeopathy
P.O. Box 242
Gardiner, NY 12525
http://www.classicalhomeopathy.com/html/HowHomeopathyWorks.htm Voltar

68 - “… refuting the tolle causum (one-sided causation) and materia peccans (materialistic basis of disease) of the orthodox schools. In his new healing system psychological and constitutional factors, the complete aetiological constellation, and the signs and symptoms are used as a guide to the choice of curative remedies.” HAHNEMANN'S ADVANCED METHODS - Chapter One - The 4th Organon & the 1st Chronic Diseases, Hahnemannian Homeopathy; © David Little 1996. Voltar

69 - “Para decepção dos céticos, não existe nada de mágico nas dinamizações homeopáticas. Quanto à natureza desse medicamento de quantidade infinitesimal, sabemos que há uma informação transmitida e reconhecida pelo organismo, provavelmente de ordem frequencial, ainda não mensurável com o instrumental disponível.”
Cura pela homeopatia
Folha de São Paulo
Cotidiano folha
Ariovaldo Ribeiro Filho, 38, é médico homeopata em São Paulo, com especialização em homeopatia pelo Conselho Federal de Medicina.
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70 - Rebound effect: the characteristic of a drug to produce reverse effects when either the effec of the drug have passed or when the pacient no longer responds to the drug. Voltar

71 - Réplica à carta do professor Isaías Raw, publicada no Jornal da USP nº 485 Marcus Zulian Teixeira
http://www.usp.br/jorusp/jusp497/manchet/rep_res/box1.html Voltar

72 - RACIONALIDADE CIENTÍFICA DO MODELO HOMEOPÁTICO Marcus Zulian Teixeira
http://www.cfmorg.br/jornal/0299/saberPensar.htm Voltar

73 - 1 Rubrica: biologia. processo de regulação pelo qual um organismo mantém constante o seu equilíbrio [Termo criado pelo fisiologista americano Walter Cannon (1871-1945).] Obs.: p.opos. a conação ('tendência')
1.1 Rubrica: fisiologia. estado de equilíbrio das diversas funções e composições químicas do corpo (p.ex., temperatura, pulso, pressão arterial, taxa de açúcar no sangue etc.) Obs.: cf. síndrome geral de adaptação e estresse Dicionário Houais
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74 - “Seus estudos demonstraram que um remédio para malária, quando tomado por um indivíduo saudável, produzia sintomas semelhantes a malária, fazendo-o concluir que o "semelhante cura o semelhante".”
HOMEOPATIA: A medicina que enxerga o homem como um todo

Dr.Cláudio Fortes - Médico Homeopata
25/03/2002 - 13h51
http://www.uol.com.br/bemzen/ultnot/saude/ult491u68.htm Voltar

75 - MALARIA AND HOMEOPATHIC REMEDIES IN GHANA
An Open Study and a Double-blind Randomized Clinical Trial
V.M.A. van ERP 1 and M. BRANDS 2
1 BSc, Vrije Universiteit Amsterdam
2 MD, Homeopaths without Borders Netherlands

http://www.giriweb.com/vanerp.htm Voltar

76 - Homeopatia, a Eterna incomprendida. Em 23/11/97 na publicação leiga no Correio Popular. E Site http://www.nib.unicamp.br/recursos/homeopatia/credidio.htm Voltar

77 - EMMANUEL, psicografado por Francisco Cândido Xavier. Emmanuel: Dissertações Mediúnicas. Rio de Janeiro: FEB, 1938. 17ª ed, p. 95.
CORRESPONDÊNCIA DAS PATOGENESIAS HUMANAS COM OS SINTOMAS DOS ANIMAIS
Elias Carlos Zoby
http://www.homeoint.org/articles/zoby1.htm Voltar

78 - Pesquisa clínica em homeopatia veterinária
B. Rüdinger REF: Traduzido da revista HOMINT R&D Newsletter – 2/1998, p.19/22.
http://www.homeopatiaveterinaria.com.br/pesquisa_cl%C3%ADnica_em_homeopatia_v.htm Voltar

79 - Homeopatia ajuda no cultivo de plantas
http://www.ervasdositio.com.br/destaque/homeopatia.asp Voltar

80 - Dr.ARVIND KUMAR SHARMA
http://www.pinkcity.net/n/features/homoeopathy1.htm Voltar

81 - “O médico pode ser UNICISTA ( dá um só medicamento por vez ); PLURALISTA ( dá mais de um medicamento por vez ); ALTERNISTA ( dá mais de um medicamento por vez, em horários alternados ); COMPLEXISTA ( dá fórmulas com medicamentos homeopáticos )”
Homeopatia Dr. Maria Thereza Cera Galvão do Amaral
Veterinária Homeopata em São Paulo-SP
http://www.saudeanimal.com.br/artigo69.htm Voltar

82 - Homoeopathy & Pseudohomoeopathy Dr Ardavan Shahrdar, ano 2000, Homeopata.
http://www.minutus.org/preface.htm Voltar

83 - “Hahnemann referred to those practitioners who used more than a single medicine as "pseudo-homeopaths" and other less kind things.”
A Condensed History of Homeopathy
The Fall of Homeopathy
http://www.ihr.com/homeopat/history.html Voltar

84 - Índice analítico Revista Similia
Bento Mure: uma Farmácia Moderna?
http://www.homeopatiasite.com.br/revistas%20-%20indice.htm#homeopatia%20modernidade Voltar

85 - Homoeopathy & Pseudohomoeopathy, Dr Ardavan Shahrdar
http://www.minutus.org/preface.htm Voltar

***

Paulo Bento Bandarra é médico e reside em Porto Alegre (RS). O dr. Bandarra representa o Movimento Medicina Responsável cujo propósito é a defesa dos consumidores contra práticas pseudocientíficas de atenção à saúde.

Informativo:

  • A publicação foi autorizada pelo autor do ensaio original.
  • Traduções para inglês, espanhol e sugestões para correções na gramática são bem-vindas.
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